terça-feira, 2 de outubro de 2007

A música da minha/nossa REVOLUÇÃO

Vamos fazer uma revolução e andei a procura de uma musica que passe a palavra e que motive os CAMARADAS desta casa e nada melhor que este hino ;))



A REVOLUÇÃO ESTÁ DENTRO DE NÓS,FORÇA CAMARADAS!!!

Obrigada Camarada Mente de Fermento pelo site de músicas!!

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Ah! Como acordar bem disposto.

Johann Pachelbel - Canon em Ré Maior



;)

Continuando a conversa de sábado à noite...

sábado, 29 de setembro de 2007

Afinal o Santana....

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Revolução de Q?

Já houve revolução industrial,francesa,sexual,estudantil,russa,25 de abril,digital,cubana,do zé da esquina,do manel do talho,do quim trolha e nós?? Que revolução vamos fazer?!?!?! não sei nem quero saber :D:D:D

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

sábado, 22 de setembro de 2007

Um "achado" em dia de pensamentos incertos...

A morte é um poço profundo,
onde a voz de quem morre,
um dia... talvez acorde...

Pensamento concebido em conjunto por: Antoninho Mente de Fermento e Paulo Pedrinha

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Sem título

Depois de uma bela tainada no monte, uma passagem pela pracinha. Depois da policia nos expulsar da pracinha, uma breve viagem até ao pátio. Depois de mais umas super-bock no pátio, uma série de poemas a encerrar a noite. Noite, onde o cérebro não ficou em casa.

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AUTO-APRESENTAÇÃO

O olho que se abate no sobreolho,
O olhar que se esquece ao imaginar
A frustração que supera a razão
Este é o poema da negação

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X_ACTO

Corta-me o tacto
ata-me num pacto
como quem morre num acto.

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RASCUNHO - "Poema terminado"

Como ponho o poema a dançar?
Onda, flutuar, nuvens, cheiros,
Sabor adocicado do som,
Flutuar?

Não sei!
Nunca dancei!

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S.Félix

Ceámos no quintal de Cristo
Em que a casa já com retalhos modernos
Tramou-nos como aquele
Que a figueira definhou.

Poemas concebidos em conjunto por: Antoninho Mente de Fermento e Paulo Pedrinha

domingo, 19 de agosto de 2007

Imagens


terça-feira, 14 de agosto de 2007

Um texto para as futuras gerações

Porquê falar do passado, quando podemos especular o futuro. É certo que não aconteceu, mas uma pitada de humor com uma mistura de sexto sentido nunca será levada a mal.

Cá vai….

Reza a lenda que certo indivíduo conhecido pelo seu forte entusiasmo pelos comes e bebes, deixou a sua semente a germinar na terra onde nasceu. É obvio que estou a falar da bela cidade chamada Póvoa de Varzim, o paraíso para todos aqueles que não habitam nela, exceptuando os seus vizinhos rivais (Vila do Conde) que a teimam em denegrir ainda que passem lá a vida.

Voltando ao nosso herói e razão deste texto…Como já tinha referido o nobre cavalheiro era conhecido pelo gosto das buchinhas e por andar podre de bêbedo (razão esta que o fazia correr todas as padarias da cidade e certos kiosks). O pequenino que andava sempre todo cego, como era conhecido por muitos, tinha a nobre profissão de incutir nos jovens o gosto pelo desporto. Era de facto um desportista por natureza, um gosto pelo desporto que ofuscava qualquer coisa, sendo apenas superado pelo seu amor pelas buchas e pelo copo com cerveja.

Após deixar a sua semente do amor, numa jovem moçoila da terra de onde era natural, o nosso herói ameaçado pelo pai da jovem singela com aspecto de peixeira da Lota, foi forçado a refugiar-se numa aldeia em Barcelos onde continuou a incutir o gosto pelo desporto ao jovens daquela zona do distrito de Braga. As suas raízes poveiras nunca esmoreceram e continuou a sua vida no desporto durante o dia e nos copos e nas buchinhas durante a noite e madrugada. Ainda hoje, nas noites escuras de lua cheia, quando os habitantes de Vila Frescaínha de S.Pedro e S.Martinho escutam um grito que mais parece de um animal selvagem, há quem diga:

É o Velho Tainas que anda nas buchinas!

E este meus amigos, foi o início da história do clã Tainas da Póvoa de Varzim, cujo patrono se perdeu pelas terras do Minho.