terça-feira, 11 de setembro de 2007

Sem título

Depois de uma bela tainada no monte, uma passagem pela pracinha. Depois da policia nos expulsar da pracinha, uma breve viagem até ao pátio. Depois de mais umas super-bock no pátio, uma série de poemas a encerrar a noite. Noite, onde o cérebro não ficou em casa.

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AUTO-APRESENTAÇÃO

O olho que se abate no sobreolho,
O olhar que se esquece ao imaginar
A frustração que supera a razão
Este é o poema da negação

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X_ACTO

Corta-me o tacto
ata-me num pacto
como quem morre num acto.

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RASCUNHO - "Poema terminado"

Como ponho o poema a dançar?
Onda, flutuar, nuvens, cheiros,
Sabor adocicado do som,
Flutuar?

Não sei!
Nunca dancei!

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S.Félix

Ceámos no quintal de Cristo
Em que a casa já com retalhos modernos
Tramou-nos como aquele
Que a figueira definhou.

Poemas concebidos em conjunto por: Antoninho Mente de Fermento e Paulo Pedrinha

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