Um texto para as futuras gerações
Porquê falar do passado, quando podemos especular o futuro. É certo que não aconteceu, mas uma pitada de humor com uma mistura de sexto sentido nunca será levada a mal.
Cá vai….
Reza a lenda que certo indivíduo conhecido pelo seu forte entusiasmo pelos comes e bebes, deixou a sua semente a germinar na terra onde nasceu. É obvio que estou a falar da bela cidade chamada Póvoa de Varzim, o paraíso para todos aqueles que não habitam nela, exceptuando os seus vizinhos rivais (Vila do Conde) que a teimam em denegrir ainda que passem lá a vida.
Voltando ao nosso herói e razão deste texto…Como já tinha referido o nobre cavalheiro era conhecido pelo gosto das buchinhas e por andar podre de bêbedo (razão esta que o fazia correr todas as padarias da cidade e certos kiosks). O pequenino que andava sempre todo cego, como era conhecido por muitos, tinha a nobre profissão de incutir nos jovens o gosto pelo desporto. Era de facto um desportista por natureza, um gosto pelo desporto que ofuscava qualquer coisa, sendo apenas superado pelo seu amor pelas buchas e pelo copo com cerveja.
Após deixar a sua semente do amor, numa jovem moçoila da terra de onde era natural, o nosso herói ameaçado pelo pai da jovem singela com aspecto de peixeira da Lota, foi forçado a refugiar-se numa aldeia em Barcelos onde continuou a incutir o gosto pelo desporto ao jovens daquela zona do distrito de Braga. As suas raízes poveiras nunca esmoreceram e continuou a sua vida no desporto durante o dia e nos copos e nas buchinhas durante a noite e madrugada. Ainda hoje, nas noites escuras de lua cheia, quando os habitantes de Vila Frescaínha de S.Pedro e S.Martinho escutam um grito que mais parece de um animal selvagem, há quem diga:
É o Velho Tainas que anda nas buchinas!
E este meus amigos, foi o início da história do clã Tainas da Póvoa de Varzim, cujo patrono se perdeu pelas terras do Minho.

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